domingo, 11 de novembro de 2012





 

Testemunho do Padre Schiffer S.J., sobrevivente de Hiroshima.
Milagre do Rosário em Hiroshima: de 6 de agosto de 1945

Durante a Segunda Guerra Mundial duas cidades japonesas foram destruídas por bombas
atômicas: Hiroshima e Nagasaki.




Em Nagasaki, como resultado da explosão, todas as casas em um raio de
aproximadamente 2,5 Km do epicentro onde caíra a bomba, foram destruídas. Aqueles
que estavam dentro das casas ficaram soterrados, os que estavam fora, ficaram
queimados.


Nome meio desta tragédia, uma pequena comunidade de Padre Jesuítas viva junro a
Igreja Paroquial, a somente oito quadras (aproximadamente 1 Km) do epicentro da queda
da bomba. Eram missionários alemães servindo o povo japonês. Como os alemães eram
aliados dos japoneses , haviam lhes permitido ficar naquela localidade.


A Igreja junto a casa dos Jesuítas ficou destruída, porém a casa permaneceu de pé, e os
membros da pequena comunidade jesuíta nada sofreram, e nem sequer quaisquer
seqüelas por parte da radiação, perda de audição,ou nenhuma outra enfermidade ou
efeito.


O Padre Hubert Schiffer foi um dos Jesuítas de Hiroshima, e tinha 30 anos quando
explodiu a bomba atômica nessa cidade. Ele viveu até os 63 anos de idade gozando de
boa saúde. Ele narrou suas experiências em Hiroshima no Congresso Eucarístico que
aconteceu na Filadélfia,nos Estados Unidos em 1976. E nesta época os outros oito
membros da comunidade Jesuíta estavam todos vivos.

 


O Padre Schiffer foi examinado e interrogado por mais de 200 médicos e cientistas que
foram incapazes de explicar como ele e seus companheiros haviam sobrevivido ao
desastre atômico.


O Padre Schiffer atribuiu à proteção da Virgem Maria a salvação de suas vidas, e disse:
“Eu estava no meio da explosão atômica e estou aqui, vivo e salvo. Não fui atingido pela
destruição”.


Durante vários anos Centros de Pesquisas e especialistas estudaram as razões científicas
pelas quais aquela comunidade de Jesuítas não foram afetados pela explosão atômicas.
Padre Schiffer explicou que a única coisa que faziam de diferente na casa no momento da
explosão é que: “rezávamos o Rosário diariamente na casa”.


Na outra cidade, também devastada pela bomba atômica, NagasaKi, São Maximiliano
Kolbe, havia estabelecido um convento Franciscano, que também nada sofreu, ficando
intacto. Os irmãos foram protegidos graças a proteção da Virgem Maria. Ali também
diariamente rezavam o Santo Rosário.

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Fonte: http://www.corazones.org/articulos/testimonios/rosario_bombaatomica.htm

 

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